“É melhor o diabo conhecido do que o anjo desconhecido” – Hama Tuma.
É com essa frase que podemos resumir a conclusão deste volume.

Este é um dos tie-in de Guerras Secretas mais brutos até então. O enredo apresenta Hipérion e seu Esquadrão Sinistro, um grupo de superseres ambiciosos que utilizam seus poderes implacáveis para aos poucos, conquistar os territórios.

A forma como a equipe lida com seus inimigos ou qualquer um que se poste no caminho é aterradora.

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Acho válido ressaltar um momento do quadrinho onde um senhor aponta um ladrão a Hipérion. Quando o mesmo disserta sobre o ocorrido com o jovem delinquente, você até pensa que ele vai perdoá-lo, mas não! Ele simplesmente arranca os braços do garoto, alegando que ele foi fraco por ter sido capturado!

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Tudo começa a ficar mais tenso quando um Thor aparece morto no QG do grupo, causando uma série de intrigas sobre quem o matou e por que! Ao mesmo tempo a equipe passa por uma série de intrigas territoriais com as províncias vizinhas.

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A desconfiança também é um tema muito trabalhado nesta história. Praticamente quase todos os membros tem segredos escondidos que vão conduzindo a narrativa até o desfecho e a conclusão de cada arco é feita de forma brutal.

Em diversos momentos da história você certamente perceberá muitas semelhanças com um universo de super-heróis de outra editora (coff! coff! DC Comics), principalmente em uma certa batalha e até mesmo pela personalidade e habilidades de alguns personagens.

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Ao final vemos uma trama de traição e artimanhas geniais, assim como o que ocorre num território onde não se pode confiar em ninguém.
Enfim, é uma história boa e concisa, vale a pena ler.

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